O ano de 2026 poderá trazer uma revolução para o mundo da Apple — sem o iPhone 18 padrão, mas com modelos Pro poderosos, um iPhone dobrável e uma série de novidades tecnológicas. Rumores apontam para um adiamento estratégico que poderá abalar o mercado de smartphones.
telefones inteligentes
Finalmente, um smartphone que não disputa sua atenção nem vende sua alma para anunciantes. Ponto final. O MC03 é um cofre fabricado na Suíça e na Alemanha, com bateria removível e um sistema operacional que manda o Google às favas. Mas a liberdade tem um preço — literalmente.
É verdade, deslizar os dedos em uma superfície de vidro é tão natural quanto tentar tocar piano em um tablet. Funciona, mas é sem alma. Por quase duas décadas, fingimos gostar quando o corretor automático transforma mensagens significativas em completo absurdo. Mas a solução chegou. O Clicks Communicator não é apenas um telefone; é uma rebelião contra a tirania das telas sensíveis ao toque. E um telefone para velhos rabugentos.
Num mundo onde os smartphones se tornaram placas de vidro sem graça, distinguíveis apenas pela proeminência das suas câmeras, a Xiaomi acaba de lançar uma bomba em uma sala cheia de engenheiros. O novo Xiaomi 17 Ultra Leica Edition é mais do que apenas um telefone. É a prova de que alguém em Pequim está realmente ouvindo nossas reclamações e ousando criar algo que é ao mesmo tempo completamente insano e absolutamente genial.
Os smartphones se tornaram como os carros elétricos modernos. São todos incrivelmente rápidos, todos têm telas enormes e todos são completamente sem personalidade. Você desliza o dedo sobre o vidro, aperta botões inexistentes e não sente absolutamente nada. Onde está o drama? Onde está aquele "clique" mecânico que te diz que você acabou de criar uma obra de arte e não apenas mais uma selfie para o Instagram? O Xiaomi 17 Ultra aparentemente leu meus pensamentos, deu um chute no traseiro do minimalismo e trouxe a física de volta para nós.
Em 2025, ano em que todos os dias tentam nos vender óculos que supostamente leem nossos pensamentos e inteligência artificial que escreve cartas de amor para nós, uma verdade indiscutível permanece: o smartphone ainda é o alfa e o ômega da nossa existência. É o nosso computador pessoal, a nossa câmera e o nosso passaporte para o mundo. E o ano de 2025? O ano de 2025 foi para os celulares o que 1964 foi para o Ford Mustang. Uma revolução. Diante de mim, uma mesa imaginária repleta de silício, vidro e promessas. E eu, no espírito do jornalismo automotivo, separarei o joio do trigo, ou os motores V12 dos moedores elétricos. Analisei as especificações, verifiquei as opiniões das maiores autoridades mundiais, como MKBHD, e acrescentei meu infalível senso de "metal". Apertem os cintos, vamos a toda velocidade. Os melhores smartphones de 2025!
Dezembro é um mês de luzes, encontros e histórias reconfortantes. Mas também é uma época em que as distâncias se fazem sentir com mais intensidade. Quando a família está espalhada por diferentes cidades, os amigos vivem em fusos horários distintos e o amor, por vezes, se encontra entre dois países. Em momentos de ausência física, muitas vezes recorremos à tecnologia e, quando esta é intuitiva, acolhedora e suficientemente humana, pode transformar a distância em algo que deixa de ser uma barreira.
Finalmente chegou: o Samsung Galaxy Z TriFold. Depois de meses de rumores mais incertos que a previsão do tempo em abril e conceitos que pareciam adereços de um filme de Star Trek, a Samsung revelou suas cartas. E não foram cartas quaisquer – eles revelaram o baralho inteiro. Apresentaram o Galaxy Z TriFold, seu primeiro smartphone dobrável em três partes. Será esta a maravilha da engenharia que estávamos esperando, ou apenas uma resposta desesperada ao domínio chinês? Apertem os cintos, porque a jornada está prestes a começar.
O próximo Samsung Galaxy Z TriFold 2025 não é apenas mais um smartphone. É um grito ousado de inovação em um mar de retângulos de vidro sem graça. Com um preço inicial em torno de US$ 2.447, ele vem com uma mensagem clara: o futuro não se dobra apenas uma vez, mas duas.
Vivemos em um mundo onde os smartphones se tornaram símbolos de status, tão caros quanto rins no mercado negro e tão frágeis quanto o ego do influenciador digital médio. Pagamos mil euros ou mais por aparelhos que usamos principalmente para assistir a vídeos de gatos no TikTok. E então surge o Xiaomi Poco F8 Pro. Um celular que entra numa sala, arromba a porta, joga na mesa especificações que valem 1.500 euros e pede um terço desse valor com um sorriso. É o celular perfeito? Não. Mas é a pechincha mais incrível do ano, daquelas que vão dar dor de cabeça aos CEOs de Cupertino e Seul.
Ao comprar um novo iPhone 17, a experiência é familiar: você o admira como um recém-nascido durante as primeiras 48 horas, depois, de repente, acorda para a realidade e percebe que seu aparelho brilhante poderia ser ainda melhor. Em 2025, os acessórios evoluíram de "apenas proteção" para "por que não tínhamos isso antes?!".
A Honor lançou oficialmente a série Honor 500 em Pequim e, à primeira vista, fica claro onde a equipe de design passou os últimos meses — aparentemente admirando o iPhone Air. Mas não se engane: a nova série não é apenas uma repaginada, ela vem repleta de recursos tecnológicos de ponta.











