Esqueça os telefones de plástico sem graça da Coreia e de Cupertino. O Nothing Phone (4a) Pro vem com zoom de 140x, 137 LEDs e um corpo mais fino que as promessas de campanha de políticos. Será que este telefone tem alma?
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Lembra dos tempos em que os celulares eram apenas caixas pretas ou cinzas cheias de tédio? Aí chegou Carl Pei e sua equipe da Nothing, sediada em Londres, e nos venderam a transparência como a última moda. Agora eles foram além. Apresentamos o Nothing Phone (4a) rosa – um aparelho que prova que um homem de jaqueta de couro (sim, eu) pode escrever sobre um celular "rosa" sem perder a dignidade. Quase.
O Samsung Galaxy S26 Ultra chegou. É mais leve, mais fino e mais inteligente do que nunca. Mas sua verdadeira mágica está na tela que protege seus segredos de olhares curiosos no ônibus. Será este o melhor smartphone de 2026?
A Samsung está elevando o padrão mais uma vez. Não com revoluções chamativas, mas com uma evolução silenciosa, porém extremamente eficaz. A série Samsung Galaxy S26, que será lançada no final de fevereiro, promete um retorno ao que realmente importa em um smartphone: uma experiência de usuário premium envolta em um design que é um prazer segurar.
O ano de 2026 poderá trazer uma revolução para o mundo da Apple — sem o iPhone 18 padrão, mas com modelos Pro poderosos, um iPhone dobrável e uma série de novidades tecnológicas. Rumores apontam para um adiamento estratégico que poderá abalar o mercado de smartphones.
Finalmente, um smartphone que não disputa sua atenção nem vende sua alma para anunciantes. Ponto final. O MC03 é um cofre fabricado na Suíça e na Alemanha, com bateria removível e um sistema operacional que manda o Google às favas. Mas a liberdade tem um preço — literalmente.
É verdade, deslizar os dedos em uma superfície de vidro é tão natural quanto tentar tocar piano em um tablet. Funciona, mas é sem alma. Por quase duas décadas, fingimos gostar quando o corretor automático transforma mensagens significativas em completo absurdo. Mas a solução chegou. O Clicks Communicator não é apenas um telefone; é uma rebelião contra a tirania das telas sensíveis ao toque. E um telefone para velhos rabugentos.
Bem-vindo a Las Vegas, a única cidade do mundo onde sua TV é mais inteligente que seu cachorro e seu celular custa mais que seu primeiro Honda Civic. Las Vegas. Uma cidade do pecado que, uma vez por ano, se transforma em um lugar de circuitos, soldas e promessas que raramente se concretizam. Estamos às vésperas da CES 2026 (Consumer Electronics Show), e se você pensava que a indústria de tecnologia tinha atingido seu ápice com rolhas de vinho inteligentes, estava enganado. Este ano, o foco são robôs que finalmente vão nos salvar das tarefas domésticas e telas tão brilhantes que você precisará de óculos de sol na sua própria sala de estar. Elvis pode ter saído de cena, mas a inteligência artificial chegou — e desta vez com braços, pernas e provavelmente um senso de moda melhor que o seu.
Os smartphones se tornaram como os carros elétricos modernos. São todos incrivelmente rápidos, todos têm telas enormes e todos são completamente sem personalidade. Você desliza o dedo sobre o vidro, aperta botões inexistentes e não sente absolutamente nada. Onde está o drama? Onde está aquele "clique" mecânico que te diz que você acabou de criar uma obra de arte e não apenas mais uma selfie para o Instagram? O Xiaomi 17 Ultra aparentemente leu meus pensamentos, deu um chute no traseiro do minimalismo e trouxe a física de volta para nós.
Em 2025, ano em que todos os dias tentam nos vender óculos que supostamente leem nossos pensamentos e inteligência artificial que escreve cartas de amor para nós, uma verdade indiscutível permanece: o smartphone ainda é o alfa e o ômega da nossa existência. É o nosso computador pessoal, a nossa câmera e o nosso passaporte para o mundo. E o ano de 2025? O ano de 2025 foi para os celulares o que 1964 foi para o Ford Mustang. Uma revolução. Diante de mim, uma mesa imaginária repleta de silício, vidro e promessas. E eu, no espírito do jornalismo automotivo, separarei o joio do trigo, ou os motores V12 dos moedores elétricos. Analisei as especificações, verifiquei as opiniões das maiores autoridades mundiais, como MKBHD, e acrescentei meu infalível senso de "metal". Apertem os cintos, vamos a toda velocidade. Os melhores smartphones de 2025!
Finalmente chegou: o Samsung Galaxy Z TriFold. Depois de meses de rumores mais incertos que a previsão do tempo em abril e conceitos que pareciam adereços de um filme de Star Trek, a Samsung revelou suas cartas. E não foram cartas quaisquer – eles revelaram o baralho inteiro. Apresentaram o Galaxy Z TriFold, seu primeiro smartphone dobrável em três partes. Será esta a maravilha da engenharia que estávamos esperando, ou apenas uma resposta desesperada ao domínio chinês? Apertem os cintos, porque a jornada está prestes a começar.
Vivemos em um mundo onde os smartphones se tornaram símbolos de status, tão caros quanto rins no mercado negro e tão frágeis quanto o ego do influenciador digital médio. Pagamos mil euros ou mais por aparelhos que usamos principalmente para assistir a vídeos de gatos no TikTok. E então surge o Xiaomi Poco F8 Pro. Um celular que entra numa sala, arromba a porta, joga na mesa especificações que valem 1.500 euros e pede um terço desse valor com um sorriso. É o celular perfeito? Não. Mas é a pechincha mais incrível do ano, daquelas que vão dar dor de cabeça aos CEOs de Cupertino e Seul.











