Muitas pessoas acreditam que basta aceitar a si mesmas como são. Mas o crescimento pessoal exige mais: esforço, mudança e até mesmo desconforto. Se permanecermos sempre os mesmos, não progredimos.
crescimento pessoal
O processo de perdoar os pais costuma ser um dos desafios emocionais mais difíceis. É especialmente doloroso quando a outra parte nunca reconhece os erros ou oferece um pedido de desculpas sincero. No entanto, o perdão não é uma dádiva para quem causou as feridas, mas uma libertação necessária para a própria paz interior.
Um homem. Carismático, inteligente, interessante. Mas quando se trata de emoções, é como tentar abraçar uma névoa. Ele está presente apenas pelo tempo que lhe convém. Desaparece por dias sem aviso prévio. Diz o suficiente para manter o interesse, mas nunca o bastante para fazer você se sentir segura. Este é um homem emocionalmente indisponível.
Você está sempre disponível. Um colega precisa de ajuda com um projeto, mesmo que você esteja sobrecarregado(a) de trabalho. Um amigo precisa de uma carona, mesmo que você tenha planejado uma noite tranquila em casa. Um familiar espera que você dê uma festa, mesmo que ninguém tenha pedido. E você diz sim quase sempre. Não porque você realmente queira, mas porque parece ser o que se espera de você.
Como superar um ex? Na primeira semana, você fica em choque. Na segunda, a raiva aparece. Na terceira, você acorda e por um instante esquece que aconteceu. Então você se lembra e a dor volta, tão forte quanto no primeiro dia. Ninguém te disse que superar um término seria como ondas, e não uma linha reta ascendente. Ninguém te disse que você teria dias bons e dias ruins e que isso era completamente normal.
O perfeccionismo não é uma virtude. Não é sinal de que você tem padrões elevados e certamente não é prova de superioridade. É uma neurose. É aquela vozinha maldosa que te acorda às três da manhã e te mostra, resumidamente, um erro que você cometeu há dez anos.
O apego traumático é o mecanismo que ocorre quando um relacionamento machuca, mas você ainda não consegue se desvencilhar dele. Não se trata de emoções, mas de um padrão antigo que se repete até que você o reconheça. Muitas pessoas permanecem em relacionamentos sufocantes. Não porque sejam felizes, mas porque têm medo de sair, porque não sabem como fazer diferente. Porque é mais fácil permanecer em algo ruim do que recomeçar sem garantias.
Às vezes, os relacionamentos não se desfazem, apenas permanecem. Tornam-se algo que carregamos conosco porque nos acostumamos ao seu peso. Não dói o suficiente para terminar, e não nos dá o suficiente para ficar. E é nesse espaço intermediário que começam as perguntas que geralmente adiamos por mais tempo. Esteja com alguém que te escolha!
Viajar não resolve os problemas. Não apaga as dificuldades e não traz respostas na mala. Mas faz algo que em casa quase nunca consegue: interrompe momentaneamente o automatismo com que os problemas costumam surgir por si só.
O que acontece quando o dia termina e sua cabeça ainda está a mil por hora? Quando as mesmas frases, conversas, preocupações e possíveis cenários ficam se repetindo na sua mente sem parar? Por que, quando você mais precisa de paz e sossego, seu cérebro se recusa a cooperar?
Por que você ainda se sente vazio(a) perto de alguém que está "perfeitamente bem"? Por que um relacionamento não machuca, mas também não te faz feliz? E por que você se preocupa mais com a ideia de ficar sozinho(a) do que com a possibilidade desse relacionamento terminar? Isso não é amor.
A inveja é uma emoção raramente expressa de forma direta. Quase nunca é manifestada em voz alta e quase sempre se esconde por trás de uma aparência de gentileza, preocupação ou até mesmo apoio. Mas existe um sinal minúsculo, quase imperceptível, que revela mais do que as pessoas invejosas gostariam de admitir. E é esse sinal que se repete com tanta frequência que é impossível ignorá-lo.











