A inveja é uma emoção raramente expressa de forma direta. Quase nunca é manifestada em voz alta e quase sempre se esconde por trás de uma aparência de gentileza, preocupação ou até mesmo apoio. Mas existe um sinal minúsculo, quase imperceptível, que revela mais do que as pessoas invejosas gostariam de admitir. E é esse sinal que se repete com tanta frequência que é impossível ignorá-lo.
crescimento pessoal
Quantas vezes você dirá a si mesmo que só precisa de um pouco mais de tempo? E quantas vezes você se deixará de lado, apenas para ficar perto de alguém que ainda está indeciso?
Por que será que, quando um evento é cancelado, às vezes não sentimos decepção, mas sim uma sensação de paz? Alívio. O corpo relaxa antes que a mente busque uma explicação.
É possível preservar memórias sem acumulá-las em gavetas e caixas? Por que a ideia de jogar algo fora muitas vezes nos faz sentir culpados? É realmente necessário guardar tudo para que o passado não desapareça?
O ciúme muitas vezes surge sem um motivo real – ou pelo menos não um que possamos explicar. Nem sempre está relacionado à outra pessoa, mas sim à sensação de que algo na relação ou dentro de nós mesmos não está mais estável. Em vez de reprimi-lo imediatamente, às vezes vale a pena parar e refletir sobre o que ele está tentando nos dizer.
Por que reagir a cada injustiça? Reagir realmente traz alívio ou apenas um novo fardo? E será que recuar às vezes é mais corajoso do que confrontar?
Você se foi quando o mundo mergulhou no silêncio e na escuridão. Você partiu justamente quando eu mais precisava de proximidade. Por quê? A pergunta não tem respostas imediatas, mas abre espaço para reflexão. Esse espaço permaneceu vazio por muito tempo, mas foi nesse vazio que algo novo começou. Da ausência, nasceu a força. Do silêncio, formou-se uma voz. Do abandono, emergiu uma independência que hoje não precisa de confirmação externa.
Por que você está constantemente cansado, mesmo que pareça que você não esteja fazendo nada muito extenuante? Por que sentimos que sempre precisamos consertar, melhorar ou recuperar o atraso, mesmo que nunca alcancemos um ponto de satisfação?
Relacionamentos se desfazem. Não acontece de repente. Não há discussão, nem despedida dramática, nem palavras duras. Você simplesmente percebe, um dia, que está se retraindo nas conversas, que não explica mais tudo o que sente porque sabe que não será compreendido. Percebe que se tornou mais quieto, mais cauteloso, menos exigente. Não porque o relacionamento mudou, mas porque você mudou. E então, pela primeira vez, surge a pergunta que você vinha evitando há muito tempo: ainda é possível amar alguém se não se consegue mais crescer junto com essa pessoa?
Você não pode se esconder e fingir que não é responsável pelo que aconteceu. Você sabe muito bem que sua decisão teve consequências. E não estou falando de ideais, cenários românticos ou exigências impossíveis de cumprir. Estou falando de fatos reais.
Por que será que às vezes alguém que entra na sua vida com tudo não é quem está destinado a ficar? Por que acontecem relacionamentos que parecem o caminho certo no início, mas acabam em uma encruzilhada? E, como um lembrete de que existe uma saída: ele não era o amor dela!
Quem diria que alguém que inicialmente se mostra a personificação do carinho, da compreensão e da atenção poderia se tornar a fonte da mais profunda dor interior? Como é possível que um relacionamento que começa como um conto de fadas termine como uma batalha invisível pela própria identidade? E por que as feridas deixadas por narcisistas parecem tão pessoais, quase como se atingissem o próprio alicerce da autoestima?











