O arroz não gruda sozinho. Algo dá errado no processo. Sempre. Seja a água, o calor ou o momento errado. Um ingrediente pode impedir isso. Sem complicações, sem mitos culinários.
culinária
Uma colher de pau é um daqueles objetos que passa quase despercebido na cozinha. Não exige atenção, não se destaca, mas está sempre à mão. Em sua simplicidade, carrega a ideia de aconchego, familiaridade e tradição, ao mesmo tempo que levanta uma questão surpreendentemente moderna: será que ainda é uma escolha adequada em uma era de superfícies estéreis, materiais tecnológicos e uma ênfase constante na higiene? É justamente nesse contraste entre emoção e razão que reside seu charme – e seu dilema.
É possível cozinhar batatas em menos tempo sem que percam a forma ou fiquem cozidas demais? Por que algumas pessoas conseguem controlar a textura perfeitamente, enquanto outras veem suas batatas se desmancharem, mesmo sendo do mesmo tipo e com tempo de cozimento semelhante?
Como cozinhar salsichas para que não fiquem borrachudas nem estourem como um balão em uma festa de aniversário infantil. Um número surpreendente de pessoas pensa que ferver água e esperar um pouco é suficiente — mas a ciência de cozinhar salsichas é muito mais delicada do que você imagina. O tempo certo de cozimento pode significar a diferença entre um lanche medíocre e aquela mordida perfeita, "suculenta e macia", que buscamos desde a infância.
Por que a omelete em um restaurante é sempre tão leve, aerada e delicadamente cremosa, enquanto em casa costuma ser pesada demais ou cozida demais? Como os chefs profissionais conseguem atingir esse equilíbrio perfeito entre textura macia e sabor intenso? A resposta está em um truque completamente simples, quase banal, para a omelete mais fofa.
Ah, o outono. Aquela época do ano em que colocamos um cobertor fofinho, ligamos a TV e fingimos fazer parte de um comercial minimalista escandinavo de hygge. E o que falta nessa cena? Claro – uma xícara de chá quente. De preferência caseiro, feito com rosa mosqueta, hortelã, camomila ou aquele conjunto maravilhoso que compramos "espontaneamente" em uma viagem às montanhas no verão (e depois esquecemos na gaveta da cozinha).
Por que a comida às vezes fica sem gosto, apesar de todos os ingredientes? É porque não há sal suficiente ou foi adicionado na hora errada? Quando você deve salgar sopas, massas, vegetais ou carnes para realmente realçar o sabor?
Sim, você leu certo. Papel-alumínio — o mesmo tipo que você costuma usar para embrulhar um sanduíche ou assar uma batata — está dominando a cena culinária. E, aparentemente, até os ricos estão fazendo isso. Sabe, se é bom para milionários, então deve ter algo a ver, certo?
Quer saber a diferença entre cebola amarela, branca e roxa? Você não está sozinho! Se você acha que uma cebola é apenas uma cebola e que não importa qual você usa para molho à bolonhesa, hambúrgueres ou guacamole, então você está prestes a ter uma revelação culinária. Diferentes tipos de cebola têm sabores, texturas e talentos culinários completamente distintos. Cada uma tem sua própria personalidade — algumas são divas dramáticas, outras companheiras gentis.
Esqueça as mãos sujas de lama e a dificuldade de cuidar de plantas em vasos: uma nova era na jardinagem chegou. Nela, as plantas não precisam de solo e você não precisa de um jardim. Os chefs sabem há muito tempo que é possível cultivar suas ervas favoritas diretamente na água — e com mais estilo do que esforço. Você gostaria de se tornar um mestre em ervas com apenas um copo de água? Continue lendo.
Por que os ovos racham quando cozidos? Por que descascar depois de cozinhar às vezes é um verdadeiro pesadelo?
Fritar cebola é a base de muitos pratos deliciosos, mas o preparo correto pode melhorar significativamente o resultado final. Você já se perguntou como os chefs profissionais conseguem a suavidade e doçura perfeitas das cebolas sem encher a cozinha com um cheiro forte? Nós revelamos seus segredos para você!











